Gestão de tráfego
Meta, Google ou os dois, decidido no diagnóstico.
Campanha pensada pela pergunta que o hóspede faz, não pela plataforma. Quem já sabe onde quer ficar procura no Google; quem ainda não decidiu o destino descobre no Instagram. O canal sai do diagnóstico, e muda quando a temporada muda.
- Pousadas e hotéis que querem reduzir dependência de OTA
- Beach clubs e restaurantes com alta e baixa temporada bem marcadas
- Escolas e experiências que precisam encher agenda em janela curta
O que acontece ao longo do mês.
Campanha não é feita uma vez e deixada rodando. É lida e mexida, e este é o ciclo.
Estrutura e criativo no ar
Canal, público e verba definidos no diagnóstico. As primeiras campanhas sobem com mais de um criativo, para haver o que comparar.
Fase de aprendizado
A plataforma precisa de volume de dado antes de entregar bem. É o período em que o custo por lead ainda oscila e em que mexer demais atrapalha.
Teste de criativo e de gancho
Criativo cansa. Novos entram e os que caíram saem, com a decisão vindo do dado e não de gosto.
Leitura e realocação
Para onde a verba do mês seguinte vai, e por quê. O que não converteu perde orçamento.
A verba de mídia é sua, e você paga direto às plataformas.
O cartão é seu, a conta de anúncios é sua e o dinheiro do anúncio nunca passa pela Explore. Isso não é detalhe burocrático: significa que a conta continua sendo sua se um dia a gente parar de trabalhar junto, com todo o histórico dentro dela. O valor que a Explore cobra pelo trabalho é outra coisa, e não é essa verba.
Mínimo de R$ 2.000 por mês em mídia.
Abaixo disso o dado não fecha e a campanha não sai da fase de aprendizado. Não vale começar, e a gente prefere dizer isso aqui do que na conversa. Este valor é a sua verba de anúncio, paga às plataformas. Não é o preço do trabalho da Explore.
Aumentar a verba é conversa de meio de contrato.
Quando o projeto já está rodando e o dado mostra qual campanha traz reserva, subir o investimento é o movimento que mais rende, porque você passa a colocar dinheiro em cima do que já está provado. Isso não é decisão do primeiro mês, e a gente não vai pedir isso antes de ter o que mostrar.
Meta, Google ou os dois.
Sai do diagnóstico. Meta encontra quem ainda não estava procurando; Google atende quem já está. Muita operação de hospedagem precisa dos dois, mas começar pelos dois com verba curta é a forma mais rápida de não aprender nada sobre nenhum.
Um grupo no WhatsApp com quem executa, não com quem atende.
A objeção mais comum do setor é "já contratei agência e não deu resultado". Quase sempre a história é a mesma: sumiram. O grupo é a resposta a isso. Você fala com quem põe a mão, no mesmo dia, sem abrir chamado e sem esperar reunião de alinhamento.
- O social media do seu projeto, que produz e publica
- O gestor de tráfego, que mexe na campanha
- As demandas do dia a dia: promoção que surgiu, quarto que vagou, evento que entrou na agenda
Seis meses de contrato, e até doze.
Marca e conteúdo orgânico levam de 90 a 180 dias para virar reserva de forma consistente. Contrato mais curto que isso não mede nada e desperdiça o seu dinheiro.
Por isso o mínimo é seis meses, e não porque a gente quer prender ninguém. É o tempo em que dá para separar o que funcionou do que foi coincidência. Contratos de até doze meses existem para quem quer atravessar a temporada inteira com o mesmo time.
Você está lendo isso aqui e não na proposta de propósito. Prazo que aparece só na hora de assinar parece pegadinha.
Uma parte se mede. A outra você percebe na diária.
- 01Reserva direta
- 02Conversa iniciada
- 03Custo por lead
A marca passa a sustentar preço. Não vira gráfico, mas aparece na diária que você consegue cobrar e no hóspede que para de pedir desconto.
Crescimento de seguidor não entra como resultado. É sintoma, e a Explore não vende métrica de vaidade.
Definido no diagnóstico, antes de qualquer contrato.